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Digitais na web

Você acredita que um hacker pode ser ético?

Sem qualquer julgamento agora, vamos analisar o ponto de vista do texto abaixo:

“O hacker tem um jeito de ser, tem um foco, tem um interesse. Gosta de vivenciar desafios e gosta de aprender com seus próprios limites. Mas, um ponto que diferencia fundamentalmente o hacker de outras pessoas que também gostam de desafios é que o hacker utiliza uma parte significativa do seu tempo documentando e compartilhando a forma como ele conseguiu vencer um desafio e, dessa forma, permite que outras pessoas possam aprender com suas descobertas. É uma atitude que possui em seu Dna um desejo íntimo de construir um mundo a partir de uma inteligência coletiva, a partir da colaboração entre as diferentes formas que as pessoas possuem de resolver seus problemas. Dessa forma, um hacker é também um contador de histórias dos mitos e das magias que ele desvenda em sua maneira de se apropriar da tecnologia, de dar significado a ela e de inspirar o aprendizado em outras pessoas que possuem interesses semelhantes ao caminho que ele vem percorrendo”.

“Essa maneira de se apropriar da tecnologia é também uma forma essencialmente prática de encarar a vida: descobrir problemas, encontrar soluções, documentar processos e compartilhar de forma livre na rede com as outras pessoas. Parece bastante simples, mas é necessário haver uma atitude no meio de tudo isso para que o processo funcione: é preciso não ter medo de compartilhar o que se aprendeu, é preciso não ter receio de abrir informações, é preciso acreditar que a inteligência coletiva pode levar a construção de novas possibilidades de convivência e de experiência de mundo melhor do que a competição pura e simples permitiu até hoje.” (Fábio Fernandes – e-book: Para entender a Internet)

Existem comunidades cheia de regras, interatividade mútua, colaboração plena que auxiliam no desenvolvimento de softwares com código aberto e que tem ética sim. Os que agem sorrateiramente com inteligência, perspicácia e más intenções são os “Crackers” que utilizam seus conhecimentos para invadir redes, bancos, etc. Esses não tem escrúpulos, ética e desafiam a lei. As vezes é necessário contratar um hacker para combater ou corrigir os estragos do cracker“.

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Categoria: artigos

Autor(a): Priscila Gabriele é Publicitária com foco em Marketing Digital e Publicidade online e cursa especialização em Publicidade e Mercado na ECA/USP.

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