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Prometeus – A Revolução da Mídia

Para discutir a comunicação é preciso discutir o modelo comunicacional dominante através da formação das plurimedias. É preciso se interar do seu contexto politico e social. É preciso entender a exclusão e posição das massas nesse sistema. É preciso se despir de conceitos dominantes ou dominados. É preciso esquecer o pre conceito e enxergar a comunicação como uma construção do coletivo, e se distanciar pra olhar sem o envolvimento enraizado dos textos que lemos, dos filmes que assistimos, das páginas dos veiculos impressos e digitais que visitamos e de toda a ‘des’informação que nos é imposta. Eles tem de servir de base e apoio para a ligação e conversa com todas as outras midias. Ou seja, eles devem ser o meio e não o fim da questão. Este assunto me intriga e me faz pensar cada vez mais na incapacidade de resposta das grandes massas perante o poder dos grandes conglomerados comunicacionais e econômicos, e como eles estão desenhando o nosso amanhã. Como o vídeo aqui exposto fala por si só, estarei discutindo este assunto em um outro artigo que postarei em breve. Assitam o video e reflitam.


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Categoria: destaques

Autor(a): Luiz Veiga é publicitário, pós graduando em publicidade e mercado, empreendedor e aventureiro viajante.

Comentários (8)

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  1. Luiz says:

    pqp….animal esse artigo
    parabens luisveiga, esse video tb eh tao bom quanto o artigo
    abracos

  2. andre says:

    Luis. Muito bom seu artigo e a informação que ele trás é fantástica. Parabéns pela escolha do tema. Impressionante!

  3. Claudia Marinho says:

    Oi, Luis
    Muito bom! Daria para a minha aula na Anhembi Morumbi, pena que amanhã já é prova! Parabéns! às vzs me pergunto mesmo como será o nosso futuro tão próximo…como os nossos filhos viverão nesse mundo?

  4. Priscila Sabbag says:

    Paizão, nem parece você escrevendo!!!
    Seu pequeno texto mostra que você conhece bem do assunto e não concorda com o que está acontecendo. Espero para saber mais sobre o que pensa e, sua sugestão, para que os futuros proprietários desse controle remoto.
    Abraços. Pri.

  5. Solange Veiga says:

    Acrescento que, conhecer onde se pisa é fundamental para escolher se quer caminhar novamente nas mesmas veredas. Comunicar é escolher. E não se pode escolher o que não se conhece. Esse é o primeiro passo para não se sentir tão aflito perante o apocalipse audiovisual referido.

    Num tempo em que a velocidade da informação vale mais que a qualidade, em que a veracidade perde espaço para a quantidade, nada mais tem seu lugar definido. Dado a globalização, tudo se transforma e é transformador.

    E é essa conexão que compõe a informação no contemporâneo, de maneira veloz, plural, multifacetada e auto reprodutiva. Onde o sentido perde lugar para o efeito. O central passa a existir no periférico, e esse, por sua vez, “empresta” sua voz ao que seria centralizado no sistema comunicacional que um dia foi redondo, ou quadrado, mas que hoje é um ciclo que não se fecha, se reinventa, transmuta, cresce como uma teia de aranha e bombardeia o ser humano que, como uma máquina, precisa acompanhar tamanho volume de informação.

    Exatamente por esse motivo, é que cada vez mais, se faz necessário a conscientização do indivíduo para que ele não se perca e pegue um caminho sem volta no espaço tecnológico da informação. Caso contrário esse mesmo indivíduo será dominado ao invés de dominar o teclado de seu computador.

    Solange Veiga

  6. luisveiga says:

    Oi Solange, obrigado por ampliar esta discussão.

    Concordo plenamente com você. Esta possibilidade de libertação do individuo por meio dos novos meios de comunicação é sinalizada na obra de Canclini, de Castells e de o próprio Miegé, porém acredito que a capacidade de articulação das grandes massas e a motivação para tal não é tão fácil assim, além de toda esta sistemática que monopoliza o conteúdo e seleciona a informação para nós, além de todo o planejamento que delineia nossa cognição e que suprimem a nossa expressividade tentando planificar e homogeneizar o indivíduo, ainda existi o componente desmotivacional por parte das massas, uma pacificação enraizada causada por séculos de imposição e opressão pela classe dominante e principalmente pelo Estado, a voz que ecoa é sempre suprimida e a pauta sempre acaba tirando o foco. A espetacularização da vida cotidiana e ridicularização das vozes dissonantes por parte dos meios faz com que esta mobilização fique muito perto da nulidade, da idéia de incapacidade de mudanças.Temos sim esta possibilidade de fazer uso dos meios e principalmente de sua pluridade para aprender a consumir inclusive a informação.

  7. Solange Veiga says:

    Amor,

    Como bem sabemos, essa “nulidade” existe justamente para os que se fecham a luz do dia ou ao luar da noite, trancafiados em seus próprios mundos que não lhes pertencem. Então que propriedade seria essa? A manipulação existe. Em tudo e pra todos. Mas o cérebro é potecialmente exercitável e tangível ao crescimento tanto quanto os muscúlos corpóreos perante os exercícios de musculação em uma academia. Repito: Exatamente por esse motivo, é que cada vez mais, se faz necessário a conscientização do indivíduo para que ele não se perca e pegue um caminho sem volta no espaço tecnológico da informação. Caso contrário esse mesmo indivíduo será dominado ao invés de dominar o teclado de seu computador. Se eu não acreditasse nisso, mas apenas de que só a manipulação tem voz, não existiria mais intenção de ser, nem no ser. Não precisaríamos nem ao menos entender Cancline e suas provocações que muito acrescentam a esse necessário exercício mental do qual falei.

    Aproveito e indico “Leitores, espectadores e iternautas” de Cancline, para aqueles que, com uma leitura simples mas completamente profunda e sugestiva, quiserem começar ou dar continuidade ao processo intelectual dentro desta pauta.

  8. Augusto Lopes says:

    Realmente este problema é uma coisa a ser discutida. Como a sociedade e o poder publico não interferem. As pessoas nem percebem que estão sendo direcionadas a executar algumas ações… principalmente pelo uso da publicidade e da midia que direcionam a sociedade para o consumo. Mto. Bom este tema… já tinha visto este video em sala a uns 2 anos atraz e na epoca nos discutimos e achamos mta viagem, mas hj já vemos mtas coisas acontecendo como as severas penas nos EUA para uma adolescente que foi acusada de baixar 7 musicas na NET.

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